terça-feira, 3 de agosto de 2010
SAP - Tábua
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Pergunta ao Governo sobre a situação social da empresa SAMLA
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Aos trabalhadores da Aquinos

Invocando o combate ao défice, o Governo PS e o PSD, conspiram e aceleram a sua politica de desastre nacional. Não é o interesse do país que os move, mas sim, a tentativa de aproveitar a crise para aumentar as injustiças e desigualdades, premiar os especuladores, amarrar ainda mais o país ao rumo de retrocesso e declínio que a política de direita vem impondo.
O ataque aos salários e pensões, ao subsídio de desemprego – reduzindo a protecção social, estimulando os despedimentos e favorecendo a redução dos salários – as privatizações, constituem, a par do aumento do IVA e de novos cortes no investimento público, uma segunda fase das medidas anunciadas no PEC.
Não ao roubo nos salários!
O ataque aos salários (com a retenção de 1 e 1.5% de imposto sobre os salários) é um roubo aos trabalhadores para encher os cofres do capital financeiro. Um roubo ainda mais chocante quando mais de 4 mil milhões de euros de recursos públicos foram desviados para o escândalo do BPN e quando os principais bancos estão a lucrar agora mais de 5 milhões de euros por dia.
Tal decisão constituirá um factor de agravamento das muitas dificuldades de milhões de portugueses e será mais um rude golpe em milhares de pequenas e médias empresas.
O aumento do IVA, insistindo no agravamento de um imposto cego sobre o consumo, constitui um novo golpe no poder de compra e um factor de penalização da actividade económica. Com o aumento do IVA, incluindo nos bens de primeira necessidade como o leite, o pão ou os medicamentos, são penalizados sobretudo os trabalhadores e os reformados com mais baixos rendimentos, as pequenas e médias empresas que vão sentir a retracção do consumo.
O patronato tem vindo a abusar do lay-off, redução de actividade, ou suspensão do contrato de trabalho, significam que em geral uma redução em 33% na remuneração dos trabalhadores, coloca a Segurança Social a pagar outros 46%, sobrando para o pagamento da empresa 21% dos custos salariais.
Alertado para isto pelo PCP, pelos sindicatos e pelos trabalhadores, o Governo PS assiste, apoia e vai carimbando cada processo, criando graves dificuldades aos trabalhadores e delapidando os recursos da Segurança Social.
O País precisa de uma politica patriótica e de esquerda!
O que se impõe é uma politica que afirme e recupere a nossa soberania, valorize os salários, promova e defenda a produção nacional, aposte num forte sector empresarial do Estado, aposte no investimento público, crie emprego e combata o desemprego.
O que o PCP defende é:
- aumento dos salários e pensões,
- reforço do investimento público,
- alargamento das prestações sociais, designadamente do subsidio de desemprego,
- imposição à banca de uma taxa efectiva de IRC de pelo menos 25% sobre os seus lucros,
- aplicação de imposto sobre as transacções na bolsa, incluindo sobre as mais valias bolsistas.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Os Tabuenses na Grande Manifestação de 29 de Maio em Lisboa



quinta-feira, 20 de maio de 2010
As opções inscritas no PEC também afectam Tábua
Enquanto ao Povo são pedidos sacrifícios, os cinco maiores bancos alcançaram mais de 1700 milhões de euros de lucros em 2009, a EDP mais de 1000 milhões, a PT mais de 680 milhões, a CIMPOR mais de 245 milhões, a GALP Energia mais de 210 milhões. Lucros que são inseparáveis do volume de benefícios fiscais, de dinheiros e apoios públicos, de privatizações.
As medidas previstas no PEC são a continuação da política de direita do PS, PSD e CDS, que impõe sacrifícios aos trabalhadores e à população, destrói as possibilidades de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo dá lucros e privilégios aos grandes grupos económicos.
As opções inscritas no PEC também afectam Tábua!
O encerramento do SAP em Tábua é resultado da política de direita deste governo, que ameaça as condições de vida dos portugueses, pela diminuição dos cuidados de saúde e aumento dos seus custos para os seus utentes.
O Governo pretende reduzir as despesas com o Serviço Nacional de Saúde em 715,3 milhões de euros até 2013, o que significaria um corte considerável nas despesas com saúde afectando fundamentalmente aqueles que dependem exclusivamente dos serviços públicos de saúde.
Basta de Injustiças!
Contra o desastre económico e social!
Contra o encerramento de Serviços Públicos!
Contra os cortes nos salários e nos apoios sociais!
Contra o aumento dos preços e dos impostos!
Contra as privatizações!
É preciso lutar e romper com estas políticas!
Pelo aumento dos salários e pensões!
Pela defesa da produção nacional.
Pelo combate ao Desemprego!
Pelos direitos dos trabalhadores!
Participe na:
Grande Manifestação Nacional
29 de Maio de 2010 Convocada pela CGTP-IN
Autocarro de Tábua - 8h30 junto às piscinas municipais
Inscreva-se!




